Arthus... diz: hum ok as palavras estão tão longe assim? ana diz: que nada elas estão bem pertinho Arthus... diz: Então pega elas, pega as danadas, amarra tds juntas e joga joga em mim, joga no papel joga ao vento abusa delas, canta , fala, escreve. é bom quando elas estão perto, da pra fazer uma farra...
Debatia-se em seu leito pelo simples fato de não querer se movimentar, ou apenas por querer o próprio movimento, afinal era humano. Não aceitava simplesmente que algo fizesse se mover de forma incompreendida e mal quista. Sonhava em ser livre, mover-se para onde queria e quando o queria. Sonho esse que era atrapalhado por muito mais do que as circunstancias de sua vida, era atrapalhado por movimentos,que apesar de seus, não tinham nada a ver com o verdadeiro ser. Embora o prefixo "auto" estivesse presente não havia muito de si mesmo. Assim como em outras ocasiões era levado por outra parte. Autofágico, auto destrutivo, autónomo: Movimento das partes de si não apresentadas na capa. Debatia-se até compreender o que era preciso fazer. Ate onde seria preciso lutar. E ao entender o seu objetivo conseguia por fim descansar, relaxar, fechar os olhos e controlar os próprios movimentos. Ou parte deles.
Partindo daquilo que chamei de 1° Auto-conhecimento ou Descoberta("EURECA!") ate chegar aqui foram muitos "Eu's". Primeiramente definido com palavras oriundas dos mais desconhecidos lugares de mim. Outras vezes com palavras alheias, não menos verdadeiras por isso.
Quem seria eu!? Filho, poeta, amigo, amante, amado, irmão, inconsciente, impaciente. Adjetivos, títulos, positivos e negativos, são importantes mas não suficientes. Para saber quem é o outro é preciso de algo mais, sentir.
Caso não ocorra não adianta perguntar ou clicar em "Atualizar", passe para o próximo perfil.
Sentiu?
Bem vindo.
Arthus Nunes
...em construção.