segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Poemetos II

Vicio meu, moléstia minha
É tudo que não se pode conter
É o habito de enganar
Ou desejo de manipular

Vicio meu moléstia minha
É o que todos tomam por normal
Mas em mim se torna pior.
É a forma de convivência comum entre os seres

Vicio meu, moléstia minha
É não saber a hora de levantar
É simplesmente me abandonar
Esperando q as coisas por si aconteçam.

Arthus Nunes

2 comentários:

Arthus disse...

Ta pegando sim.

bruna teixeira disse...

Oo...
Arthus é "O" cara o/

tu sabe que eu adoro o que tu escreve... aí num tem nem o que comentar....



EEEEEEEEEEEEI.... o povo implora por "Sobre Rômulos e Remos":D

ueheuheuheuhe


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